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Glass and Light

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ARTISTAS





Teresa Almeida (Nasceu em 1978, em Portugal.)
Vive e trabalha no Porto. É uma artista interessada em explorar a ligação entre arte e ciência. Trabalha actualmente com vidro luminescente, reconstituindo formas estéticas cujo ponto de partida é a destruição ambiental e a ecologia. O que lhe interessa é a visualização da peça em formas distintas - monocromático/policromático.

Teresa Almeida obteve o doutoramento em estudos artísticos pela Universidade de Aveiro. Em 2003 terminou o Mestrado em Vidro na Universidade de Sunderland, em Inglaterra. Actualmente é professora na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e é membro da unidade de investigação Vidro e Cerâmica para as Artes (VICARTE).



Enrico Tommaso De Paris (Nasceu em 1960, em Itália.)
Vive e trabalha em Turim. Como artista multimédia faz uso da mais expressiva linguagem, da pintura à instalação, do vídeo às imagens digitais. Os seus trabalhos têm raízes na ciência e na filosofia. As suas instalações, muitas vezes em locais específicos, transformam o espaço em que são exibidas num lugar de reflexão sobre a contemporaneidade.

Tudo é apresentado numa mistura de luz e som, vidro, plástico e aço. Começou a expor em 1990, depois de ter interrompido um curso universitário na área de ciências. Entre as suas muitas exposições, podemos mencionar: Schermi delle mie brame, Triennale, Milão, 2014; Art Jungle, Reggia della Venaria, Turim, 2013; POPism, Fondazione Michetti, Chieti, 2012. Foi convidado para projectos adicionais da 50ª e da 51ª Biennale d’Arte di Venezia.



Anna-Lea Kopperi (Nasceu em 1960, na Finlândia.)
Vive e trabalha em Helsínquia. Anna-Lea Kopperi é uma artista conceptual, conhecida pelos seus trabalhos interactivos e ambientais, instalações e esculturas em espaços públicos, que nos levam a reflectir sobre os aspectos ambientais, arquitecturais e sociais dos locais onde eles se situam. Os seus projectos efémeros e de localização específica servem-se de percepções subjectivas para colocar questões existenciais.

Usa muitas vezes fragmentos de espelho arranjados de formas muito específicas para reflectir o meio-ambiente, criando uma atmosfera surreal e espiritualmente evocativa. As suas exposições individuais recentes são: Mother Armenia, em Yerevan; Plants for Free, instalação de vídeo e performance no Kunsthalle de Helsínquia, 2013, Thought Lift, no Amos Anderson Art Museum, em Helsínquia, e Across the Air, no Durbar Hall Ground, em Kochi, Índia, 2011.



Éric Michel (Nasceu em 1962, em França.)
Vive e trabalha em Paris. É um artista multimédia que trabalha sobretudo com luz e cor. Os seus trabalhos com luz baseiam-se essencialmente na pesquisa do imaterial. A luz desempenha um importante papel e é o veículo para transmitir a sua sensibilidade. A sua dualidade onda/partícula, material e imaterial, efectua o transporte do real para o imaginário. Michel iniciou a sua carreira artística no Japão, onde, em 2007, o seu trabalho em vídeo, Swimming Fluo, foi apresentado no Shanghai Museum for Contemporary Art (MOCA).

Em 2009 criou duas instalações multimédia para os Yves Klein Archives, em Paris, e para o Museu de Arte Moderna e de Arte Contemporânea (MAMAC), em Nice. Em 2010 foi convidado a criar uma instalação multimédia para o Marina Abramovic Institute (MAI west), em São Francisco.



Fernando Quintas (Nasceu em 1966, em Portugal.)
Está interessado na ligação entre pintura e tridimensionalidade. Nos seus trabalhos, frequentemente esculturas em vidro, joga com as cores e com a luz para criar um curto-circuito entre volume e superfície. O diálogo entre a arquitectura e o ambiente é um elemento recorrente no seu trabalho.

Ao longo da sua carreira artística e académica participou em conferências e exposições sobre vidro e mosaico por toda a Europa, tendo feito parte do comité de organização da Glassac, Lisboa, 2005, Glassac, Valência 2008, e Portuguese Glass in an European Context (ICOM). É um dos fundadores da unidade de investigação Vidro e Cerâmica para as Artes (VICARTE), e foi presidente da Associação Portuguesa do Vidro (APV) entre 2006 e 2009.




Elisabeth Scherffig (Nasceu em 1949, na Alemanha.)
Vive e trabalha em Milão. A sua pesquisa artística gira à volta do conceito de espaço. A técnica básica é o desenho, muito minucioso e capaz de nos mostrar superfícies nos seus mais pequenos pormenores, perceptíveis como a estrutura íntima das coisas. Nos últimos anos tem-se dedicado à observação e fotografia de superfícies de vidro heterogéneas, que converte em desenhos a pastel sobre papel.

Este projecto ligado ao vidro é um estudo da visão e da luz, através do desenho. As suas exposições individuais recentes são: New Works Mappamundi, Londres, Faggionato Fine Arts, 2014; Vitrea, Londres, Faggionato Fine Arts, 2012. Algumas exposições colectivas: Ad Naturam, Museo Civico di Storia Naturale, Verona, 2014; Indagini urbane, Gabriele Basilico, Elisabeth Scherffig, Mario Sironi, Il Chiostro Arte Contemporanea, Saronno, 2014.



Robert Wiley (Nasceu em 1970, nos EUA.)
Vive e trabalha em Lisboa. A pesquisa de Robert Wiley centra-se actualmente no estudo da natureza da criatividade, e em pontos de aproximação e divergência entre a arte e a ciência. A compreensão dos mais profundos mecanismos do pensamento criativo (artístico e científico) é o elemento mais importante das suas obras e trabalha frequentemente com o vidro, no qual o material adquire um papel simbólico.

O seu trabalho artístico nasce da prática e da meditação, levando-o a criar obras que transpõem a lacuna entre o pensamento analítico e a poesia. Algumas das exposições em que participou: Vidro Para Que te Quero, IMARGEM, Associação dos Artistas Plásticos do Concelho de Almada, 2014; Amice, Michael Rogers, Richard Meitner e Robert Wiley, Biblioteca FCT-UNL, Almada, 2014; Infusão, Fernanda Guerreiro e Robert Wiley, Solar dos Zagallos, Almada, 2012.


Pedro Palma (Nasceu em 1985, em Portugal.)
Vive e trabalha em Lisboa e iniciou a sua carreira artística como pintor. Tinha um fascínio especial pela grafia chinesa, baseada na ausência de cor. A ideia da forma pura levou-o a fazer experiências com o vidro e a sua transparência. Este material permitiu-lhe realizar as suas pinturas num mundo tridimensional, graças à relação entre o material e a luz. Com o vidro consegue investigar o conceito de dualidade, e em particular os conceitos de fragilidade em oposição à resistência.

Estudou Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e obteve uma bolsa da Fundação Gulbenkian. Obteve o mestrado em Arte e Ciência do Vidro (VICARTE, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa). A sua mais recente exposição foi uma colectiva: CorpoInvisível, Biblioteca Camões, Bairro das Artes, Lisboa, 2014.

 



Mika Aoki (Nasceu em 1981, no Japão.)
Vive e trabalha em Londres. Trabalha principalmente com vidro. O seu trabalho representa esporos, microorganismos, bolor, formas naturais e sistemas biológicos dispersos pelos mais diversos ambientes, que ganham animação na presença da luz. A sua pesquisa situa-se algures entre a ciência, a arte e a fantasia. Os seus trabalhos transparentes e delicados parecem desaparecer no escuro e tornar-se visíveis só com a luz.

Mika Aoki estuda actualmente no Royal College of Art, em Londres. Algumas das suas mais recentes exposições colectivas são: Biwaco Biennale 2014, Shiga Prefecture, Japão; COLLECT / Project Space 2013, Saatchi Gallery, Londres. Também particiou em diversas exposições individuais em galerias particulares, em Tóquio.



Alan Jaras (Nasceu em 1960, na Grã-Bretanha.)
Vive e trabalha no Noroeste da Inglaterra. É cientista e é também um artista que, depois de terminar a sua carreira de investigador industrial e microscopista dirigiu as suas energias para o estudo e para a relação entre a arte e a ciência. Alan Jaras transforma a luz em obras de arte. Os seus trabalhos são fotografias clássicas de raios de luz passando através de chapas de vidro com diversas texturas e em diferentes ângulos.

Este processo origina imagens multicoloridas, que fazem lembrar as profundezas do mar ou galáxias distantes. Em 2014 foi convidado para expor no Light Painting World Alliance Special Event, em Aubervilliers, França, em Lanzhou, China e em Hong-Kong, tendo recebido a Menção Honrosa no International Photography Awards.



Richard Meitner (Nasceu em 1949, nos Estados Unidos.)
Vive e trabalha em Amesterdão. O trabalho poético e intelectual de Richard Meitner reflecte uma grande variedade de influências, dos têxteis japoneses à pintura italiana, das artes aplicadas à ciência. Os seus trabalhos em vidro incluem muitas vezes outros materiais, como ferrugem, esmalte, bronze, terracota e tinta. Meitner joga com justaposições pouco vulgares de formas e materiais que falam com a interface entre arte e ciência, intelecto e espírito.

Os seus trabalhos foram expostos em todo o mundo, e fazem parte das colecções permanentes de mais de 50 museus em diversos países. Algumas entre as muitas exposições: National Glass Centre Museum, Sunderland, 2014; A Passion for Glass, National Museum of Scotland, Edimburgo, 2011. Em 2011, o Tacoma Museum of Glass, Washington, EUA, também lhe dedicou uma exposição individual retrospectiva.



Diogo Navarro (Nasceu em 1973, em Moçambique.)
Vive e trabalha em Lisboa. É um artista especialmente interessado em expressar o potencial pictórico de vários materiais. Os seus trabalhos sobre tela ou madeira são feitos de uma montagem de materiais em que a luz é frequentemente o actor principal.

Aglomerados de pintura explodem como relâmpagos, o metal e o vidro reflectem a luz exterior, que se torna parte da obra de arte. Os seus quadros foram expostos na Embaixada de Portugal no Vaticano, em Roma, na Embaixada dos Estados Unidos em Lisboa, na Embaixada de Portugal em Kinshasa, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, assim como no Museu do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. Foi premiado na categoria de pintura no International Vera Art Festival, em Lisboa, em 2014, e ganhou o primeiro prémio do Image of Russia, da Academia Russa de Belas Artes, em Moscovo, em 2012.



Silvano Rubino (Nasceu em 1952, em Itália.)
Vive e trabalha em Veneza. A sua actividade artística inclui a fotografia, o vídeo e a escultura. O seu interesse centra-se na activação do espaço e na relação entre o ambiente e o observador, o trabalho e o público; muitas vezes regressa ao estudo da forma e da luz. O material que usa habitualmente é o vidro, destituído da maior parte dos seus atributos tradicionais (luminosidade e transparência) para que adquira uma natureza mais ambígua e ilusória.

Algumas das suas exposições individuais mais recentes: In equilibrio tra due punti sospesi, Fondazione Bevilacqua La Masa, Veneza, 2010; In scala perfetta, Galleria Michela Rizzo, Veneza, 2006; e também colectivas: White Window, Galeria Temporária, Veneza, 2013; Fragile Murano, Musée Maillol, Paris, 2013; Glasstress, Nova Iorque, MAD, USA, 2012.



Cesare Toffolo (Nasceu em 1961, em Itália.)
Vive e trabalha em Murano. É um Mestre do vidro e um artista de renome graças às capacidades criativas que dedica ao desenvolvimento de novas técnicas para trabalho com maçarico. O seu virtuosismo manual e domínio do vidro permitem-lhe executar trabalhos artísticos muito complexos em que a figura humana está sempre presente, mesmo que tenha um papel secundário em relação à base arquitectónica que a rodeia e domina.

Começou há alguns anos a trabalhar com vidro luminescente, para realizar trabalhos que dialoguem com a ciência. Toffolo foi convidado para ensinar na Pilchuck Glass School, em Seattle, no Niijima Glass Art Center de Tóquio, no Corning Museum of Glass e no Toyama Glass Art Institute. O seu trabalho é apreciado por museus, galerias e coleccionadores de todo o mundo.


Margarida Alves (Nasceu em 1983, em Portugal.)
Vive e trabalha em Lisboa. O seu principal interesse é a escultura e a sua interacção com o ambiente e as pessoas.Trabalhava sobretudo com madeira, mas nos últimos anos tem vindo a aprofundar o conhecimento do vidro como material para uso artístico. Através dos seus trabalhos em vidro investiga as fronteiras entre a ciência e a arte, e a relação entre o papel do artista e o do cientista. Os seus trabalhos são muito delicados e discretos.

Praticamente invisíveis no contexto em que são exibidos, são ao mesmo tempo muito poderosos na sua frágil existência. A artista estudou Escultura (Faculdade de Belas-Artes da Universidade Clássica de Lisboa, 2012), Engenharia Estrutural (Universidade Nova de Lisboa, 2005) e terminou o mestrado em Arte e Ciência do Vidro (VICARTE, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa). Entre as últimas exposições em que participou destacam-se duas individuais: HETEROTOPIAS, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa, 2014, e ENTRE O TEMPO E A MATÉRIA, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa, 2014.  

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